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  O Pensamento Complexo enquanto uma Teoria do Conhecimento, alicerçada numa dimensão ontológica, axiológica, epistemológica e, por consequência, numa metodologia, tem como pedra de toque seus princípios ou operadores cognitivos (categorias). O Pensamento Complexo propõe a Religação dos Saberes, a partir dos princípios, tais como: contexto - global - Multidimensional - Complexo. Sem esquecer da Historicidade do fenômeno. Mas, uma questão fundamental para o Pensamento Complexo e que, na minha opinião, identifica e diferencia esta episteme de outras é que: para o Pensamento Complexo a Crítica é fundamental, mas, nunca, dissociada da Autocrítica. Utilizarmo-nos desta epistemologia para produzir um Conhecimento Pertinente não basta a Crítica (a partir dos seu princípios cognitivos); é preciso que a Autocrítica esteja presente no processo de produção do Conhecimento Pertinente. Esta Dialogia Crítica-Autocrítica é o que revela, na minha opinião, a Racionalidade Aberta desta Teoria e a vi...
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  Esses dois trechos da obra de Edgar Morin (referenciada abaixo) caracterizam muito bem o quadro lamentável que nos encontramos! O totalitarismo não é o Estado todo-poderoso, é o Estado totalmente nas mãos do partido e, por isso, completamente debilitado. (Morin, 2012, p. 84). No nosso mundo, não há apenas o recurso à eliminação física. Existe, às vezes mais eficaz ainda, o recurso à eliminação psíquica e à eliminação midiática. (Morin, 2012, p. 121). MORIN, Edgar. Edgar Morin – chorar, amar, rir, compreender. Tradução Nurimar Falci. São Paulo: Edições SESC SP, 2012.
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  PRYJMA, Marielda Ferreira; SÁ, Ricardo Antunes de. (org.). Pedagogia, pedagogos e a escola contemporânea: debates, discussões e proposições. Curitiba: EDUTFPR, 2022. E-book. file:///D:/Users/User/Downloads/pedagogiapedagogos.pdf https://riut.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/30312
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 Método/Conhecer “Conhecer é ser capaz de distinguir e, depois, relacionar o que foi distinguido. Toda atividade de pensamento comporta distinção (principalmente entre objetos e meios), objetivação (caracterização do objeto por meio de traços invariantes ou estáveis), análise (decomposição do objeto em suas unidades constitutivas e possibilidade de isolar um objeto ou parte do objeto), seleção (dos caracteres julgados essenciais ou pertinentes, do objeto considerado). [...] precisamos, simultaneamente, distinguir, analisar, associar, sintetizar. Precisamos tentar reconhecer a multidimensionalidade dos fenômenos, reconhecer a presença do observador/conceituador na observação/concepção, isto é, a presença do sujeito no objeto”. MORIN, E. Para Sair do Século XX. Tradução Vera Azambuja Harvey. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986, p.112-113.
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  No Brasil dos dias de hoje, nada como Cervantes para nos lembrar de que a Liberdade é um dos pilares da Democracia! Nós, professores(as) devemos ser os(as) primeiros(as) a defendermos este pilar!
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  A diferença entre Revolução e Metamorfose à luz do Pensamento Complexo.  Há um diferença conceitual bem grande! É preciso mudar, tomar uma nova via e chegar a uma metamorfose. Qual é a diferença em relação a uma revolução? A revolução incita a fazer tábula rasa do passado. A metamorfose convida a usar todos os recursos do passado, especialmente os culturais, para realizar a transformação, assim como a lagarta que se torna borboleta. Essa metamorfose não é privilégio de alguns insetos. A Europa feudal da Idade Média transformou-se na Europa moderna. Entre as pesquenas sociedades de caçadores-coletores, surgiram as cidades dos grandes impérios da Antiguidade. Portanto, a metamorfose pode ocorrer. Acredito que há necessidade de um caminho novo, da produção de confluências, como as do córregos e rios, para desembocar na nova política e no novo pensamento. MORIN, Edgar. Edgar Morin – história(s) de vida: entrevista com Laure Adler. Tradução de Ivone Benedetti. Rio de Janeiro: B...